Se eu podia viver sem livros? Talvez pudesse (não acredito) mas não seria a mesma coisa.
Como já mencionei aqui, depois de ler o livro " Arrume a sua casa, arrume a sua vida" de Marie Kondo, a minha casa levou uma reviravolta gigante, ao qual não houve nada que escapasse aos meus olhos e às minhas mãos. Não que eu seja de acumular, nunca fui, não sou e não me parece que algum dia vá ser. Mas depois de ler este livro, decidi que queria viver apenas com aquilo que me faz falta, com as coisas que me transmitem alegria. Viver com menos. Dando cada vez mais sentido aquelas palavras que se enraízam cada vez mais nos nossos dias: Menos é Mais!
E os livros? Como ficam nesta situação? Eles transmitem-me alegria? São realmente necessários?
Ora aqui estão perguntas às quais eu demorei algum tempo para conseguir obter resposta. Como defensora de que tudo tem o seu tempo, esperei o tempo que foi necessário para ter as respostas. E posto isto, a estante dos livros ficou para o final da volta.
As respostas às minhas dúvidas, claro é, acabaram por aparecer. Ganhei coragem e meti mãos à obra, consciente que não ia ser fácil.
Tirei todos os livros da estante. Coloquei-os em cima da mesa da sala e outros em cima das cadeiras e olhei para cada um deles. Senti logo a enorme alegria que me transmitiam. Destralhei muito pouco. Pois se o objectivo é ficar com o que nos transmite alegria, não fazia sentido desfazer-me deles. Escolhi apenas alguns que comprei em feiras de velharias e que não lhes achei grande piada, e outros que me ofereceram há anos e que também não tiveram grande interesse para mim. Esses doei-os a uma associação que trabalha com crianças e jovens adolescentes.Quantos aos que ficaram, que foi a maior parte, limpei-os um a um (que grande trabalheira) e arrumei-os novamente na estante.
Ora aqui estão perguntas às quais eu demorei algum tempo para conseguir obter resposta. Como defensora de que tudo tem o seu tempo, esperei o tempo que foi necessário para ter as respostas. E posto isto, a estante dos livros ficou para o final da volta.
As respostas às minhas dúvidas, claro é, acabaram por aparecer. Ganhei coragem e meti mãos à obra, consciente que não ia ser fácil.
Tirei todos os livros da estante. Coloquei-os em cima da mesa da sala e outros em cima das cadeiras e olhei para cada um deles. Senti logo a enorme alegria que me transmitiam. Destralhei muito pouco. Pois se o objectivo é ficar com o que nos transmite alegria, não fazia sentido desfazer-me deles. Escolhi apenas alguns que comprei em feiras de velharias e que não lhes achei grande piada, e outros que me ofereceram há anos e que também não tiveram grande interesse para mim. Esses doei-os a uma associação que trabalha com crianças e jovens adolescentes.Quantos aos que ficaram, que foi a maior parte, limpei-os um a um (que grande trabalheira) e arrumei-os novamente na estante.
Adoro ver uma estante cheia de livros. Tenho um enorme orgulho pela minha colecção de livros mesmo que não seja grande. É a minha colecção. E posso dizer que já os li todos.
Sensação final, mais leve, mais desapego, menos livros, e muita gratidão pela minha iniciativa e pela minha mini colecção de livros.
With love,
Catarina.









