8.10.15

Mais bricolages!




Porquê?

*Porque cuidar da minha casa é um prazer para mim.
*Porque gosto de me entreter a fazer estas coisas.
*Porque gosto de dar vida nova a coisas velhas.
*Porque ao tempo que isto estava em águas de bacalhau.
*Porque gosto de fazer e arranjar coisas bonitas para a minha casa.
*Porque é nos pequenos detalhes que se encontra inspiração.
*Porque estes dias de Outono me pedem para estar em casa de volta das minhas coisas.
*Porque gosto de dar asas á minha imaginação.
*Porque gosto que a criatividade fale através das minhas mãos.
*Porque a vida é feita de pequenos prazeres.
*Porque sim!


With love,

Catarina.

6.10.15

A comunicação não verbal entre o nosso corpo e as nossas emoções.


imagem retirada daqui



Todas as doenças físicas têm uma componente emocional e psicológica. O corpo e a mente funcionam como uma unidade e estão ligados através do sistema imunitário, endócrino e nervoso central.
Os órgãos do corpo comunicam com o cérebro, avisando-o das suas carências e necessidades, assim como também o cérebro transmite pensamentos e emoções ao resto do corpo. Sendo desta forma o nosso corpo estruturado pelos nossos pensamentos, emoções e crenças.
É necessário trabalhar as nossas emoções para o nosso bem estar, resolver problemas, enfrentar duras realidades, ultrapassar o passado, não ansiando o futuro e acima de tudo viver o presente. Está nas nossas mãos criar e cultivar uma boa saúde com a nossa atitude mental.
Este tema daria pano para mangas. A minha intenção é apenas partilhar esta imagem e tudo o que nela diz. Para quem estiver interessado, analise. Quem sabe isto não responde a algumas das vossas dúvidas!

With love,

Catarina.


4.10.15

Quando fica dificil de seguir em frente faz-se uma pausa.


Por muito organizada que seja, por muito que trabalhe para me manter serena e tranquila, há dias em que fica dificil seguir esse caminho que escolhi para mim. Surgem problemas inesperados... Com eles vêem as dúvidas, o cansaço e a necessidade de tomar resoluções. Começam a aparecer pequenos problemas de saúde, que apenas servem para nos mostrar que está na hora de abrandar.
Parece tão difícil o que temos de fazer, quando na verdade é tão simples. 
Parar, escutar, observar, pensar e sentir.
Quando assim tem de ser, o que faço é recolher-me no meu mundo e dedico-me às coisas que me fazem bem. E é aqui que encontro o meu equilíbrio.

* Na companhia das pessoas que mais amo.
* Passo algum tempo na minha companhia.
* Pratico Yoga.
* No mundo da alimentação saudável.
* Leio um bom livro.
* Agarro no meu caderno e escrevo.
* Cuido e organizo a minha casa.
* Acordo cedo e aproveito todos os segundos.
* Aproveito e deixo-me estar no conforto do meu lar.
* Vou ver o mar.
* Sinto a alegria das das pessoas que amo.
* Cuido das minhas flores.
* Vou ao meu jardim colher flores para levar para dentro de casa.
* Agradeço por tudo o que tenho.
* Fecho os olhos, oiço os barulhos da natureza e deixo-me ir...
* Durmo uma boa noite de sono com a certeza de que o amanhã será outro dia, outra oportunidade para ser feliz.

With love,

Catarina.

1.10.15

Bom dia com alegria!


Como já referi aqui várias vezes, ser optimista é uma opção de cada um. Visto que problemas todos temos.
Mesmo quando a vida me dá razões para eu chorar eu procuro sempre algumas para sorrir.
E como diz o ditado (mais um, eu e os ditados) é de manhã que se começa o dia!

Acordar cedo é sinónimo de :

* Abrir janelas para arejar a casa.
* Ir até  à cozinha e preparar o pequeno almoço (variando sempre, e claro opções saudáveis)
* Tomar o pequeno em almoço em família.
* Praticar Yoga e meditação.
* Cuidar de mim
* Escrever, ler e agradecer.
* Deixar a calma e serenidade destes momentos assentar em mim, para que me acompanhem ao longo do dia.

Aproveito para partilhar convosco um  site carregado de informações preciosas! Perfeito para as leituras da manhã ou de qualquer hora do dia!


With love,

Catarina.

24.9.15

Livros


Se eu podia viver sem livros? Talvez pudesse (não acredito) mas não seria a mesma coisa.
Como já mencionei aqui, depois de ler o livro " Arrume a sua casa, arrume a sua vida" de Marie Kondo, a minha casa levou uma reviravolta gigante, ao qual não houve nada que escapasse aos meus olhos e às minhas mãos. Não que eu seja de acumular, nunca fui, não sou e não me parece que algum dia vá ser. Mas depois de ler este livro, decidi que queria viver apenas com aquilo que me faz falta, com as coisas que me transmitem alegria. Viver com menos. Dando cada vez mais sentido aquelas palavras que se enraízam cada vez mais nos nossos dias: Menos é Mais!
E os livros? Como ficam nesta situação? Eles transmitem-me alegria? São realmente necessários?
Ora aqui estão perguntas às quais eu demorei algum tempo para conseguir obter resposta. Como defensora de que tudo tem o seu tempo, esperei o tempo que foi necessário para ter as respostas. E posto isto, a estante dos livros ficou para o final da volta.
As respostas às minhas dúvidas, claro é, acabaram por aparecer. Ganhei coragem e meti mãos à obra, consciente que não ia ser fácil.
Tirei todos os livros da estante. Coloquei-os em cima da mesa da sala e outros em cima das cadeiras e olhei para cada um deles. Senti logo a enorme alegria que  me transmitiam. Destralhei muito pouco. Pois se o objectivo é ficar com o que nos transmite alegria, não fazia sentido desfazer-me deles. Escolhi apenas alguns que comprei em feiras de velharias e que não lhes achei grande piada, e outros que me ofereceram há anos e que também não tiveram grande interesse para mim. Esses doei-os a uma associação que trabalha com crianças e jovens adolescentes.Quantos aos que ficaram, que foi a maior parte, limpei-os um a um (que grande trabalheira) e arrumei-os novamente na estante.
Adoro ver uma estante cheia de livros. Tenho um enorme orgulho pela minha colecção de livros mesmo que não seja grande. É a minha colecção. E posso dizer que já os li todos. 
Sensação final, mais leve, mais desapego, menos livros, e muita gratidão pela minha iniciativa e pela minha mini colecção de livros.

With love,

Catarina.

21.9.15

Leituras de Julho e Agosto

Demorei um bocadinho para fazer esta publicação com as leituras dos meses do Verão, mas aqui está ela!
E que bom que foi lembrar-me destes livros que tanto me enriqueceram. Senti-me logo grata por os ter lido.



Este foi o único romance publicado de Oscar Wilde. E foi adaptado ao cinema e televisão dezenas de vezes.
Basil, que é um pintor, pinta o retrato do seu amigo Dorian Gray, captando nele toda a sua beleza e juventude. Dorian conhece um amigo de Basil com nome de Lord Henry que acaba por o influenciar com a sua visão do mundo. Acabando por Dorian se tornar uma pessoa que dá mais  importância à sua beleza e  à satisfação dos seus desejos, que a outra coisa qualquer. Claro está que que Dorian acaba por se aperceber que um dia a sua beleza irá desaparecer, e aí começa a expressar o desejo de vender a sua alma  para assegurar que quem irá envelhecer será o retrato pintado por Basil e não ele próprio.

Este livro foi uma daquelas escolhas rápidas num dia em que tinha destinado ir para a praia com a família, e só quando cheguei a casa dos meus pais é que me apercebi que tinha deixado o meu livro em casa. Com praia sem livros para mim não combina fui à estante dos livros lá de casa e tirei este livro que pertence a uma colecção de clássicos de literatura dos meus pais., foi leitura de encher chouriços, mas li-o no num instante e acrescentei mais um clássico à minha colecção.



Best seller internacional que está a transformar a vida de milhares de leitores em todo o mundo. 
Se tivesse que resumir este livro num ditado, com toda a certeza que o escolhido seria: " Cada macaco no seu galho".
Quantas vezes não o ouvi na minha infância, pela minha mãe, pelas minhas tias e pelas minhas avós. E mais no tempo delas as coisas na minha opinião eram bem mais fáceis. Pois não tinham a casa repleta de objectos, roupas e gadgets como nós nos dias de hoje. Sim, porque hoje em dia as pessoas vivem rodeadas de tralha. E chega a ser incrível a influencia que isso traz para  a nossa vida. O que altera a nossa maneira de ser, de estar e de agir. Infelizmente de uma forma muito negativa.
Basicamente temos de nos convencer que espaços desarrumados, feios e completamente desorganizados torna as pessoas tristes e infelizes, e ao contrário disso, espaços arrumados, organizados e bonitos deixa as pessoas alegres e felizes. E essa é a mensagem principal que Marie Kondo, uma especialista em arrumação, nos transmite. Mostrando-nos o seu método, revelando-nos ferramentas simples e praticas para o fazermos. Começando por deitar fora o que não interessa, cuidando do que interessa, transformando o espaço aonde se habita em ambientes de tranquilidade e ordem. Com o objectivo final de nos tornarmos assim pessoas mais felizes. 

Eu adorei este livro, aprendi imenso com ele, e melhorei umas tantas coisas que já sabia. Foi impressionante o efeito que teve em mim. Li-o quando estava fora de férias, acreditem que mal cheguei pus logo mãos à obra na minha casa. Para quem como eu gosta de organização aconselho vivamente este livro.





O narrador , que é um escritor frustrado e hipocondríaco viaja para Budapeste para um encontro literário, sem sequer imaginar aonde a literatura o vai levar. Coxo e sempre acompanhado por uma bengala, planeia uma viagem rápida. Planos que lhe saem pela culatra, depois de conhecer um jovem escritor italiano, cheio de vida e de energia. 
Convencido por esse jovem muito pouco sensato, acaba por ir de Budapeste para a casa de um produtor de cinema no meio de um bosque numa província de Itália. Acabando por passar lá uma temporada de Verão a que ele chamou O bom Inverno.
O dono da casa tinha 2 paixões: cinema e balões de ar quente. 
E é entre estranhas personagens e estranhos acontecimentos e um corpo que o atraiçoa constantemente, que o narrador tem consciência de que em casa do produtor de cinema as coisas não são nada do que parecem. Depois de uma noite super agitada, toda a comédia até então vivida, torna-se uma grande tragédia. O dono da casa é encontrado morto no lago da sua própria casa. Todos os presentes na casa tem uma versão diferente do que aconteceu.  Mas um dos presentes que é quem construía balões de ar quente para o dono da casa, decide que tem de encontrar o culpado por aquela morte. Não deixando ninguém sair da casa do bosque até que isso aconteça.
Claro que isso as torna as pessoas mais frágeis e egoístas, acabando por se atraiçoarem umas às outras sob a influencia do homem que fazia os balões. E, um a um, os personagens vão ser confrontados com os seus próprios medos, num enorme pesadelo assassino que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história.

Na minha opinião este não é dos livros que eu gosto de ler, mas veio me parar às mãos e como nunca tinha lido nenhuma obra  deste autor, achei que esta era a oportunidade. Não adorei o livro,  mas a verdade é que a escrita prendeu-me de certa forma,  e à medida que ia lendo mais a minha curiosidade aumentava para saber como terminava. E os acontecimentos eram sempre inesperados, e todas aquelas personagens que eu achava que eram boazinhas  mostravam sempre os seus podres. Uma história louca sem dúvida.



Este livro foi uma compra maravilhosa que fiz na rua, a um rapaz que andava a vender às pessoas que ia encontrando. Eu quando olhei para a capa nem pensei duas vezes. E ainda lhe agradeci por me fazer chegar aquele livro às mãos.
É um livro pequeno que li num abrir e fechar de olhos, tão pequeno e com tanta informação!  Fala essencialmente que o ser humano apesar da inevitável luta pela sobrevivência  anseia mais que tudo pela sua paz interior.  Fala do poder que a meditação pode ter nos nossos dias. Que uma prática constante nos leva a não nos lamentarmos, a aceitarmos as coisas como elas são, ensina-nos a viver felizes com menos, ensina-nos a ser gratos. Resumindo leva-nos a alcançar a superconsciência.


With love,

Catarina.

18.9.15

Por aqui ainda se fazem bricolages




Quando iniciei este blog, partilhei muitas bricolages que costumava fazer. Com o passar do tempo os temas aqui foram-se diversificando e mudando.
Se bem que o importante é que me continuo a manter fiel a mim mesma, e o objectivo deste blog é o mesmo desde o inicio: partilhar um pouco de mim e do meu mundo. Logo é normal que os temas se vão alterando pois  como diz o ditado e bem, "mudam-se os tempos mudam-se as vontades".
Eu continuo a gostar de bricolage, embora não faça tantas coisas como já fiz noutros tempos.  Mas com o Verão a chegar ao fim e com o Outono a chegar, a vontade de ficar em casa e fazer coisas está cada vez maior. E já pus mãos na massa, em breve mostrarei alguns de projectos que estavam parados e que finalmente foram postos em andamento.  Enquanto isso não acontece partilho aqui uma placa que fiz para um pequeno príncipe.

With love,

Catarina.