Demorei um bocadinho para fazer esta publicação com as leituras dos meses do Verão, mas aqui está ela!
E que bom que foi lembrar-me destes livros que tanto me enriqueceram. Senti-me logo grata por os ter lido.
Este foi o único romance publicado de Oscar Wilde. E foi adaptado ao cinema e televisão dezenas de vezes.
Basil, que é um pintor, pinta o retrato do seu amigo Dorian Gray, captando nele toda a sua beleza e juventude. Dorian conhece um amigo de Basil com nome de Lord Henry que acaba por o influenciar com a sua visão do mundo. Acabando por Dorian se tornar uma pessoa que dá mais importância à sua beleza e à satisfação dos seus desejos, que a outra coisa qualquer. Claro está que que Dorian acaba por se aperceber que um dia a sua beleza irá desaparecer, e aí começa a expressar o desejo de vender a sua alma para assegurar que quem irá envelhecer será o retrato pintado por Basil e não ele próprio.
Este livro foi uma daquelas escolhas rápidas num dia em que tinha destinado ir para a praia com a família, e só quando cheguei a casa dos meus pais é que me apercebi que tinha deixado o meu livro em casa. Com praia sem livros para mim não combina fui à estante dos livros lá de casa e tirei este livro que pertence a uma colecção de clássicos de literatura dos meus pais., foi leitura de encher chouriços, mas li-o no num instante e acrescentei mais um clássico à minha colecção.
Best seller internacional que está a transformar a vida de milhares de leitores em todo o mundo.
Se tivesse que resumir este livro num ditado, com toda a certeza que o escolhido seria: " Cada macaco no seu galho".
Quantas vezes não o ouvi na minha infância, pela minha mãe, pelas minhas tias e pelas minhas avós. E mais no tempo delas as coisas na minha opinião eram bem mais fáceis. Pois não tinham a casa repleta de objectos, roupas e gadgets como nós nos dias de hoje. Sim, porque hoje em dia as pessoas vivem rodeadas de tralha. E chega a ser incrível a influencia que isso traz para a nossa vida. O que altera a nossa maneira de ser, de estar e de agir. Infelizmente de uma forma muito negativa.
Basicamente temos de nos convencer que espaços desarrumados, feios e completamente desorganizados torna as pessoas tristes e infelizes, e ao contrário disso, espaços arrumados, organizados e bonitos deixa as pessoas alegres e felizes. E essa é a mensagem principal que Marie Kondo, uma especialista em arrumação, nos transmite. Mostrando-nos o seu método, revelando-nos ferramentas simples e praticas para o fazermos. Começando por deitar fora o que não interessa, cuidando do que interessa, transformando o espaço aonde se habita em ambientes de tranquilidade e ordem. Com o objectivo final de nos tornarmos assim pessoas mais felizes.
Eu adorei este livro, aprendi imenso com ele, e melhorei umas tantas coisas que já sabia. Foi impressionante o efeito que teve em mim. Li-o quando estava fora de férias, acreditem que mal cheguei pus logo mãos à obra na minha casa. Para quem como eu gosta de organização aconselho vivamente este livro.
O narrador , que é um escritor frustrado e hipocondríaco viaja para Budapeste para um encontro literário, sem sequer imaginar aonde a literatura o vai levar. Coxo e sempre acompanhado por uma bengala, planeia uma viagem rápida. Planos que lhe saem pela culatra, depois de conhecer um jovem escritor italiano, cheio de vida e de energia.
Convencido por esse jovem muito pouco sensato, acaba por ir de Budapeste para a casa de um produtor de cinema no meio de um bosque numa província de Itália. Acabando por passar lá uma temporada de Verão a que ele chamou O bom Inverno.
O dono da casa tinha 2 paixões: cinema e balões de ar quente.
E é entre estranhas personagens e estranhos acontecimentos e um corpo que o atraiçoa constantemente, que o narrador tem consciência de que em casa do produtor de cinema as coisas não são nada do que parecem. Depois de uma noite super agitada, toda a comédia até então vivida, torna-se uma grande tragédia. O dono da casa é encontrado morto no lago da sua própria casa. Todos os presentes na casa tem uma versão diferente do que aconteceu. Mas um dos presentes que é quem construía balões de ar quente para o dono da casa, decide que tem de encontrar o culpado por aquela morte. Não deixando ninguém sair da casa do bosque até que isso aconteça.
Claro que isso as torna as pessoas mais frágeis e egoístas, acabando por se atraiçoarem umas às outras sob a influencia do homem que fazia os balões. E, um a um, os personagens vão ser confrontados com os seus próprios medos, num enorme pesadelo assassino que parece só poder terminar quando não sobrar ninguém para contar a história.
Na minha opinião este não é dos livros que eu gosto de ler, mas veio me parar às mãos e como nunca tinha lido nenhuma obra deste autor, achei que esta era a oportunidade. Não adorei o livro, mas a verdade é que a escrita prendeu-me de certa forma, e à medida que ia lendo mais a minha curiosidade aumentava para saber como terminava. E os acontecimentos eram sempre inesperados, e todas aquelas personagens que eu achava que eram boazinhas mostravam sempre os seus podres. Uma história louca sem dúvida.
Este livro foi uma compra maravilhosa que fiz na rua, a um rapaz que andava a vender às pessoas que ia encontrando. Eu quando olhei para a capa nem pensei duas vezes. E ainda lhe agradeci por me fazer chegar aquele livro às mãos.
É um livro pequeno que li num abrir e fechar de olhos, tão pequeno e com tanta informação! Fala essencialmente que o ser humano apesar da inevitável luta pela sobrevivência anseia mais que tudo pela sua paz interior. Fala do poder que a meditação pode ter nos nossos dias. Que uma prática constante nos leva a não nos lamentarmos, a aceitarmos as coisas como elas são, ensina-nos a viver felizes com menos, ensina-nos a ser gratos. Resumindo leva-nos a alcançar a superconsciência.
With love,
Catarina.