Uma entrevista de um filho jornalista (mais premiado na sua geração) a seu pai , o português há mais tempo infectado com o vírus da SIDA. Entrevista que se tornou um produto de mercado, do qual o dinheiro reverteu para os dispendiosos tratamentos do entrevistado.
A mim este livro pareceu-me um ajuste de contas entre o filho que foi criado pela avó, e um pai ausente. Sem dúvida uma entrevista íntima e comovente. Um gesto de amor de um filho para seu pai.
Sim eu li este livro!! Ofereceram-me e eu li. Mesmo depois de toda a polémica em volta das " 50 sombras de Grey". Sim porque também li os 3 livros anteriores a este. Logo já conhecia a história, que na minha opinião é uma história de amor como tantas outras, que gerou muito alarido à sua volta por ter envolvido tanto sexo. Se bem que retrata sim todo os traumas que um jovem rapaz tinha devido à sua complicada infância e adolescência. Traumas esses que influenciaram a sua forma de estar e de agir na sua vida adulta, mas que no decorrer da história acabaram por se resolver e porque o amor aconteceu. Claro que eu como romântica que sou, gostei de ver o amor a triunfar. Este livro aqui é apenas mais do mesmo que os outros , mas com a diferença que aqui a história é contada por ele.
Este livro é um livro de auto-ajuda. Comprei-o numa feira de livros por uma verdadeira pechincha. Demorei algum tempo para lhe pegar, mas depois de o fazer li-o de uma ponta a outra num instante.
Sem dúvida que muito daquilo que podemos alcançar está mesmo nas nossas mãos, mais propriamente na nossa mente. Ela sim tem um papel determinante na nossa maneira de ser e de agir.
Este livro apresenta os ensinamentos de Abraão, relacionando a busca da intenção deliberada para tudo aquilo que desejamos na nossa vida, com o equilíbrio da nossa energia para vivermos a Arte de permitir ao longo da nossa jornada. Realçando que a consciência da necessidade de equilibrarmos a nossa energia é muito mais importante do que criarmos objectivos. Depois de termos essa noção aí sim surgem os métodos para alcançarmos sim o que pretendemos.
Com esta publicação posso concluir que em 2015 li dezassete livros, o que me deixa muito contente. Pois o tempo livre nem sempre é muito, e embora goste muito de ler existem umas outras tantas coisas que também gosto muito de fazer. Logo há que me organizar bem para ter oportunidade de fazer várias coisas sem descuidar em nenhuma delas. Ainda assim 17 é um número bem bonito, até porque o ano tem 12 meses e se eu lesse um livro por cada mês já era bem bom. E acabei por ler mais que isso.
With love ,
Catarina.











