Acredito que o optimismo é uma opção. Está ao alcance de todos, embora nem todos o alcancem.
Eu considero-me uma pessoa optimista por natureza. Para mim é assim que a vida faz sentido. De nada serve as lições que a vida nos ensina se não as aprendermos, acreditando que também elas nos são precisas.
Todos temos problemas, todos temos dias difíceis, dias em que achamos que não merecemos esta ou aquela situação, em que pensamos que só a nós nos acontece as coisas pelas quais estamos a passar, enfim dias cinzentos, que todos conhecemos bem.
Esses dias não são o fim do mundo, e acreditem são esses dias que nos trazem a sabedoria e a força para seguirmos em frente. É assim que eu vejo as coisas. Não significa que seja a verdade para todos, mas é sem dúvida a minha verdade.
Sou uma pessoa bastante reservada no que diz respeito às minhas coisas, partilho apenas aquilo que eu acho que devo partilhar e com quem eu quero. E quanto mais querem saber menos vontade tenho de partilhar. Mas claro, há coisas que não queremos partilhar que as pessoas que nos rodeiam acabam por saber. Mas sinceramente, isso já não me incomoda. Que saibam, que especulem, que pensem o que quiserem. Na minha opinião quando os outros falam ou pensam na vida alheia é uma verdadeira perda de tempo. Até porque a minha vida chega-me bem. Preenche-me o suficiente. E eu sou tão grata pelo que sou e pelo que tenho, cada vez mais!
Quando penso que os anos estão a passar, não me preocupa uma ou outra ruga que vá aparecendo, afinal o melhor é mesmo aquilo que se vai aprendendo e vivendo. E com toda a certeza que com os anos vai-se ganhando mais maturidade, vai-se vendo a vida com outros olhos, e sentindo cada vez mais com o coração! E isso é tão gratificante!
With love,
Catarina.










